terça-feira, 17 de abril de 2018

MIÚDOS A VOTOS - CAMPANHA ELEITORAL

O 4.º ano está a levar a cabo várias ações de campanha pelo seu livro "O Beijo da Palavrinha".
Nomeadamente a sua leitura para as restantes turmas, a exploração da obra, a elaboração de barcos de papel e a visualização de uma realidade em Moçambique.
Está ainda a apelar ao voto no seu livro de eleição.
A votação terá lugar no dia 23 de abril. Nem de propósito, dois dias antes do 25 de abril, data em que se comemora a liberdade (a liberdade de expressão e de manifestação),  e celebra os direitos alcançados com a revolução dos cravos (direito à educação e à cultura).
A votação terá lugar no dia 23 de abril. Nem de propósito, dois dias antes do 25 de abril, data em que se comemora a liberdade (a liberdade de expressão e de manifestação),  e celebra os direitos alcançados com a revolução dos cravos (direito à educação, à cultura e direito ao voto).















segunda-feira, 16 de abril de 2018

LIVRO DA SEMANA - O BEIJO DA PALAVRINHA


O Beijo da Palavrinha fala de uma menina, Maria Poeirinha, e da sua família, que vivia numa aldeia do interior de Moçambique, tão no interior que acreditavam que o rio não tinha fim, e nunca tinha visto o mar.
Esta obra retrata a pobreza de uma terra. Pobreza financeira, material, de sonhos, de expetativas e de ambição.
Um dia Poeirinha adoece gravemente. Seu tio da cidade, em visita, sugere que a única salvação é o mar e a maresia.
Mas como fazer chegar Poeirinha ao mar?
Num momento de cumplicidade, sensibilidade, solidariedade e muita imaginação de dois irmãos, finalmente Poerinha sente o mar. Sente a grandeza do mar, através, simplesmente, da palavra mar.
A porta para o infinito, universo de liberdade, a luz e horizonte contra as dificuldades da vida.
O mar é assim o refúgio, o abrigo, o lugar de cura contra as mazelas do corpo e da alma.




Hoje em dia todos os especialistas consideram que as crianças passam demasiado do seu tempo em frente a um monitor, abstraídos do mundo real.
Os pais para compensarem a falta de tempo, dão-lhes tudo e mais alguma coisa, esquecendo-se do mais importante.
As crianças tomam tudo por garantido: educação, roupas novas, acesso aos cuidados de sáude, brinquedos... .
E não fazem ideia que algures há crianças que nada têm.
Apenas têm o amor.

O que representa para ti este livro?

Sofrimento, miséria, tristeza, seca, fome, dor, morte, melancolia, indiferença, esperança, solidariedade, amor..........


Porque recomendas a leitura deste livro?

Porque conta uma história que explica as dificuldades de muitas famílias por esse mundo fora, e porque inspira à solidariedade e desenvolve a imaginação.

Porque achas que é um dos livros mais fixes que leste?

Porque permite conhecer outra realidade, e porque é um livro muito poético, mesmo não sendo de poesia, que apela ao sentimento do amor.

Quais as palavras que na tua opinião curariam os males do mundo?

ajudar             incentivar          criar            imaginar                amar

     aprender           praia       mar           ideias                 ação

perdoar             apoiar             trabalhar           proteger                   

justiça          solidariedade           cooperação              distribuir            

cidadania         participação           aceitação             diferença

      viver     atitudes          respeito                compreensão



segunda-feira, 26 de março de 2018

CONTA-ME UMA HISTÓRIA


TOP LEITORES DA BE

Ainda na Semana da Leitura premiamos os melhores leitores deste ano letivo
Aqui fica a lista para memória futura e para incentivo àqueles que ficaram aquém.

1.º  Ricardo Ribeiro (1.º ano) - com 50 livros
2º Mauro Cardosoo (1.º ano) - com 44 livros
3º Lara Cardoso (1.º ano) - com 35 livros
4.º Conceição Pinto (1.º ano) - com 34 livros
5.º  Leonardo Dias (1.º ano) - com 30 livros
6.º Ana Betariz (1.º ano) - com 26 livros
7.º  Luana Saraiva (1.º ano) - com 26 livros

8º Lucas Fernandes (4.º ano) - com 22 livros
9.º Ana Catrina (4.º ano) - com 18 livros
11.º Catarina  Linhas (4.º ano) - com 14 livros

12.º Catarina Rodrigues (2.º ano) - com 13 livros
13.º Margarida Cardoso (2.º ano) - com 12 livros
14.º Margarida Pinto (2.º ano) - com 12 livros

17.º Maria Clara (3.º ano ) - com 9 livros
20.º Maria Inês (3.º ano) - com 7 livros

Estão de parabéns os alunos do 1.º ano, esperamos que não percam a vontade e o gosto.

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA

Sim, também participamos no concurso Nacional de Leitura 2018, e na fase concelhia obtivemos um honroso 2.º lugar.
Parabéns aos alunos Lara Raquel e Afonso do 3.º ano.



PÁSCOA


Páscoa é uma festividade religiosa que celebra a ressurreição de Jesus ocorrida três dias depois da sua crucificação no Calvário, conforme o relato do Novo Testamento.
É a principal celebração do ano litúrgico cristão e também a mais antiga e importante festa cristã.
O termo "Páscoa" deriva, através do latim Pascha e do grego bíblico Πάσχα Paskha, do hebraicoפֶּסַח (Pesaḥ ou Pesach), a Páscoa judaica. E significa passagem.

Aqui ficam alguns dos trabalhos realizados para sinalizar a data.

Eu sou o Coelhinho
que vive a pular,
Um beijinho de Páscoa
A ti eu vou dar.

                               Vamos, vamos todos
                                chocolates ganhar,
                                E com alegria
                                a Páscoa celebrar!

                                                                      Páscoa, festa bendita,
                                                                      Que nos lembra ressurreição.
                                                                      Páscoa, festa querida,
                                                                      De todo o povo cristão.










Uma Santa e Feliz Páscoa a todos!

ÁRVORES COM HISTÓRIA


Na sequência da plantação das árvores no nosso pomar, desafiamos os nossos alunos a descobrir a história dessas mesmas árvores.
Aqui fica um exemplo, até porque, Resende está prestes a ficar florido.


Cerejeira é o nome dado a várias espécies de árvores frutíferas de clima temperado cuja maioria são originárias da Ásia, algumas frutíferas, outras produtoras de madeira nobre.
Estas árvores classificam-se no subgênero Cerasus incluído no gênero Prunus(Rosaceae).
Os frutos da cerejeira são conhecidos como cerejas, algumas delas comestíveis. Três espécies são originárias da Europa e duas da América.
As cerejas são frutos pequenos e arredondados que podem apresentar várias cores, sendo o vermelho a mais comum entre as variedades comestíveis. A cereja-doce, de polpa macia e suculenta, é servida ao natural, como sobremesa.
A cereja-ácida ou ginja, de polpa bem mais firme, é usada na fabricação de conservas, compotas e bebidas licorosas, como o kirsch, ginjinha e o marasquino.
As cerejas contém proteínas, cálcio, ferroe vitaminas A, B, e C. Quando consumida ao natural, tem propriedades refrescantes, diuréticas e laxativas. A cereja tem altas concentrações de antocianina, e é considerada um anti-inflamatório natural, prevenindo inflamações e acalmando dores no corpo. As sementes encontradas no interior da fruta têm propriedades vermífugas e diuréticas.
Como a cereja é muito rica em tanino, consumida em excesso pode provocar problemas estomacais, não sendo aconselhável consumir mais de 200 ou 300 gramas da fruta por dia.
O cultivo da cerejeira é realizado em regiões frias. Necessitam de 800 a 1000 horas de frio para que possam produzir satisfatoriamente em áreas com Invernos frios e chuvas.


LENDA DA CEREJEIRA


Segundo essa lenda, vivia há muitos anos em Iyo um samurai muito velho; tão velho que já nem tinha família nem amigos vivos. O único ser a que ainda podia dedicar o seu amor era uma velha cerejeira que os seus antepassados tinham plantado e à sombra da qual o velho samurai tinha brincado enquanto criança. A mesma árvora em cujos ramos os membros da sua família tinham pendurado, durante gerações e gerações, pequenos pedaços de papel onde haviam escrito belos poemas de louvor à velha árvore.
Mas um dia, ó tristeza, a velha cerejeira começou a definhar e depois morreu. Os vizinhos do samurai vieram plantar uma nova cerejeira, mas para o velho samurai a morte da árvora era um sinal de que a sua vida também estava a chegar ao fim.
Então, dirigiu-se à cerejeira cujo tronco ainda se erguia altaneiro no meio do jardim familiar e fez um último desejo: a cerejeira deveria florir ainda uma última vez. E o velho samurai prometeu que se o seu desejo fosse realizado, esse seria o momento para ele próprio morrer também. A velha cerejeira voltou a dar flor, embora fosse Inverno, e ali mesmo sob os seus ramos o velho samurai cometeu harakiri. O sangue ensopou o chão e chegou às raízes da velha cerejeira, e ela floriu uma vez mais.
Segundo ainda a lenda, desde esse dia a velha cerejeira dá flor todos os anos pelo aniversário da morte do samurai. Dizem que é no sexto dia do primeiro mês do ano, bem mesmo no coração do Inverno.